sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Teste da Orelhinha agora é gratuito e deve ser feito nas maternidades

Teste deve ser realizado ainda na maternidade

A lei sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva já foi publicada no Diário Oficial da União obrigando as maternidades a fazer o exame grátis nos bebês.

Em Sergipe, muitos pais ainda desconhecem a importância do Exame de Emissão Otoacústicas Evocadas, o chamado Teste da Orelhinha que deve ser feito nos bebês a exemplo do Teste do Pezinho. Agora ficou mais fácil saber se os recém-nascidos estão escutando normalmente. Antes quem não tinha plano de saúde, pagava pelo exame, mas desde o último dia 3 de agosto, hospitais e maternidades estão obrigados a fazer o Teste da Orelhinha, gratuitamente em todos os bebês que nascerem em suas dependências.

A lei sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva foi publicada no Diário Oficial da União do último dia 3 de agosto e vem sendo muito comemorada entre os especialistas sergipanos, a exemplo da fonoaudióloga Sulamita Chagas. Isso porque um em cada 100 recém nascidos apresenta perda auditiva.

“Essa perda pode ser diagnosticada precocemente com o Teste da Orelhinha. É importante que os pais não deixem de fazer o exame solicitado pelo pediatra, o que denominamos passa-falha visando verificar se realmente o bebê está escutando”, entende a fonoaudióloga lembrando que o bebê começa a ouvir a partir do quinto mês de gestação, daí a importância de os pais conversarem.

Ela destaca que entre as principais causas para a perda de audição nos bebês, estão a intervenção em UTI por mais de 48 horas, histórico familiar, infecção congênita [rubéola, sífilis, toxoplasmose, citomegalovirus]. Isso além de anormalidades craniofaciais [fissura, má formação de pavilhão auricular], meningite bacteriana, icterícia, medicamentos ototóxicos e peso menor de um quilo e 500 gramas.

Muitos pais desinformados chegam para a realização do teste, um tanto quanto assustados, principalmente porque os bebês precisam estar dormindo no momento do exame. Mas, de acordo com a drª Sulamita, ninguém precisa temer. “O exame é feito em 10 minutos e o resultado sai na hora. O bebê deve estar dormindo para não ficar se mexendo e com isso se tenha maior precisão no resultado. Os pais não precisam ficar preocupados. O Teste da Orelhinha é indolor”, tranqüiliza a fonoaudióloga.

Ela explica que é colocado uma pequena sonda no ouvido [como se fosse um fone] acoplado ao computador, que recebe o som, emitindo intensidade e captando a resposta das células. Se a resposta falhar, a criança deve retornar em um prazo máximo de 30 dias para ser reavaliado. “Às vezes, o bebê está gripado, com resíduos de líquido amniótico ou com alguma inflamação no ouvido, a exemplo de otite, mas a resposta pode falhar por problemas mais sérios”, enfatiza.



Diagnóstico Precoce

Somente quando esse som captado do ouvido falha pela segunda vez, é que o profissional [fonoaudiólogo ou otorrinolaringologista] pode solicitar o que classifica de Bera, que trata-se de um exame mais específico, mais completo.

“Nesse caso o bebê precisa estar em sedação e precisa de toda uma preparação com anestesista”, enfatiza a fonoaudióloga lembrando que quando a perda auditiva é diagnosticada precocemente, o paciente é tratado com mais rapidez, tanto por meio do uso de aparelho auricular, quanto por meio do implante, fazendo com que crianças com perda auditiva se desenvolvam normalmente, caso o problema tenha sido diagnosticado precocemente.

Diagnóstico tardio

O exame também é feito em crianças maiores, adolescentes e adultos visando verificar se a audição periférica está normal. A importância de se fazer em recém-nascido é justamente por conta do diagnóstico precoce, ou seja, quanto mais rápido for detectada alguma irregularidade, mais rápido será o início do tratamento.

O principal problema do diagnóstico tardio é o desenvolvimento da fala e da linguagem. Isso porque as pessoas aprendem a falar por meio da audição e algumas crianças surdas ficam mudas por causa da demora na detecção do problema.

Em Aracaju, o Teste da Orelhinha é feito em clínicas e maternidades particulares, mediante pagamento de em média R$ 100 ou por meio de planos de saúde. Mas, com a lei federal, passa a ser feito gratuitamente nas maternidades. ( quem pagou pede reembolso apresentando a nota fiscal, por cobrança indevida)

Desenvolvimento

0 a 3 meses - O bebê se assusta, chora ou acorda com sons intensos e repentinos. Reconhece a voz materna e procura a origem dos sons;

3 a 6 meses - O bebê olha ou mexe a cabeça para os lados procurando a origem do som, reconhece a voz materna e emite sons sem significado (balbucio);

6 meses - Localiza prontamente os sons de seu interesse e reage a sons suaves. O balbucio se intensifica e reconhece seu nome quando chamado.

9 meses - Localiza sons nas direções abaixo e acima da sua cabeça, intensifica o balbucio e brinca com a própria voz, repetindo suas emissões;

1 ano - O bebê quando solicitado, aponta e reconhece o nome de objetos e pessoas familiares, atende a ordens simples e começa a emitir as primeiras palavras. A partir dessa idade o desenvolvimento da linguagem é intensificado;

2 anos - O bebê usa sentenças simples combinando palavras e us a linguagem para se comunciar.



(Por Aldaci de Souza, fonte: Portal Infonet)

quinta-feira, 9 de junho de 2011


Nosso grupo agradece as famílias presentes no curso do Planeta BB. Saibam que nos sentimos muito felizes em fazer parte desse momento sublime de gerar e parir! Bons Partos!

Enfa Fernanda e Enfa Ely.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Novo Curso de Gestante no Planeta Bebe

Amanha e quarta, curso lá no xops...PAssem lá para ver se ainda tem vaga, a Aline me falou que está lotadão!!! Que bom!!! Demorou mas voltou !

quinta-feira, 10 de março de 2011

Curso para Gestantes em Aracaju

Estaremos dispondo de atendimento em grupo ou individual pre-agendado de

PREPARAÇÃO PARA O PARTO: Para gestante e/ou casais que buscam informações para fazer escolhas conscientes sobre o processo de parto. Nosso objetivo é desmistificar crenças, medos, preparando o casal para uma experiência positiva, ativa e consciente. Dando um enfoque especial ao parto natural e como se preparar para ter uma vivência positiva no esplendor do nascimento. Com exibição de vídeos.

CURSO PARA CASAIS GRÁVIDOS: Dicas para pais de primeira viagem ou casais que tenham filhos já crescidos, com grande diferença de idade entre eles, sobre cuidados com o bebê, orientação sobre amamentação, rotinas do bebê, papel dos pais, tipos de parto e puerpério. O objetivo é consultar em grupo para instruir e educar os futuros pais envolvendo a família com teorias e práticas.

A gestante poderá participar com a presença do pai do bebê ou outro acompanhante que estará junto a ela no período de pós parto e puerpério. Serão dadas dicas que vão facilitar a chegada do bebê e a adaptação de todos os membros da família.


 ACOMPANHAMENTO DO PARTO  Programa de exercícios de alongamento e relaxamento para gestante e orientação de massagem e automassagem durante a gestação. Incentivamos a participação ativa do pai ou acompanhante como colaborador e companheiro.

 O valor será cobrado por casal ou gestante acompanhada. Comentem as dúvidas.

Enfa Fernanda

Violência Obstétrica...Previna-se

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Posições como não ficar somente deitada na cama ... Técnicas de alívio para desconforto da dor.




Quando o trabalho de parto começa a incomodar, a grávida precisa de posições variadas que tragam alívio e conforto. Sob orientação da doula Ana Cristina Duarte, sugerimos algumas. São simples e podem ser feitas ainda em casa e até no chuveiro. Relaxe! (texto de Patrícia Cerqueira)
Dicas úteis

As posições devem ser iniciadas assim que as contrações incomodarem.


  • Água morna é uma grande amiga da grávida porque alivia a dor e relaxa. Coloque toalhas dobradas sobre o chão do boxe, caso queira se ajoelhar ou sentar.




  • Sempre que a contração vier, mantenha a respiração calma.




  • As posições que provocam mais incômodo do que alívio devem ser evitadas. Posição boa é aquela que conforta.




  • Dá para relaxar até mesmo no centro obstétrico. Se for possível, improvise com a maca, lençóis, travesseiros.

    Descanso sobre o solo: ótima para relaxar, especialmente se as contrações estiverem próximas umas das outras. Afaste os joelhos e abrace uma pilha de travesseiros.
    Repouso: no intervalo entre as contrações, os travesseiros no meio das pernas confortam, porque ampliam o espaço pélvico e da bacia.
    Posição de Sims: na contração, puxe o joelho para o corpo, afastando bem as coxas.
    Rotação: com as pernas afastadas, você deve apoiar-se em um móvel não muito baixo, como na foto. Aí, faça movimentos de rotação dos quadris. Entre as contrações, a postura alivia a dor nas costas e ajuda a encaixar o bebê.

    Cócoras alternadas: na contração, apoiada, agache com as pernas abertas. O movimento ajuda a aumentar o espaço interno da bacia e a encaixar o bebê. Entre as contrações, levante-se, mas mantendo-se inclinada.
    Dica: o ideal é agachar com a planta dos pés no chão. Se não der, use um travesseiro de apoio, como abaixo.
    Assimetria: na contração, ajoelhe sobre um apoio. A outra perna fica aberta. Alterne os lados. A posição ajuda o bebê a se encaixar.
    Massagem: sente ao contrário numa cadeira sem braços. O quadril fica afastado o máximo do encosto, para você receber massagem na região lombar durante as contrações.
    De joelhos: a posição estimula a abertura da bacia. Faça-a sobre um colchão ou almofadas, com os joelhos afastados, os dedões dos pés tocando-se e inclinando-se sobre um apoio, como na foto. Um travesseiro entre os tornozelos aumenta o conforto.
    Prece maometana: relaxa quando as contrações estão aceleradas. Abre a bacia e alonga as costas. Posições em que a mulher fica debruçada auxiliam o encaixe do bebê.
    De gatinhas: a postura facilita o encaixe do bebê e também diminui a pressão na parte debaixo da barriga e nas costas.
    A dois: a posição de cócoras abre o espaço interno da bacia, aliviando a dor. Durante as contrações, apóie-se em um lençol enrolado, sustentado por seu marido, e solte o corpo. O mesmo movimento pode ser feito com você apoiada nas pernas do companheiro, como na foto mais à direita.











  •   



    segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

    Verão e proteção na pele da gestante.

     Nesse verão (férias...precas...praia) o sol está mais perigoso, e eu não podia deixar de comentar sobre proteção na pele. Eu ando com meu protetor na bolsa, porque aqui no sertão é sol de raxar a cucuruca..kkk... Mãe e lactentes precisam prestar atenção nisso também...Daí lendo esse texto coloquei aqui para vocês se informarem. Depois comentam o produto que vocês usam... 


    Um  estudo  publicado por pesquisadores suíços confirma uma suspeita antiga dos médicos: substâncias presentes em alguns tipos de protetores solares são absorvidas pelo organismo e excretadas no leite materno. Como tais substâncias podem permanecer armazenadas na gordura do corpo durante semanas, especialistas sugerem evitar seu uso desde a gestação.

    A descoberta revela que bebês estão sendo expostos a composições químicas com potencial tóxico. “Cérebro, órgãos sexuais, pulmões e inúmeras glândulas estão em formação nestas crianças, ainda muito novas. Não se sabe o que essa contaminação pode causar”, alerta o cosmetologista Maurício Pupo, consultor em desenvolvimento cosmético e coordenador da pós-graduação em cosmetologia da Unicastelo.

    A suspeita já existia porque estudos anteriores tinham verificado a presença de algumas substâncias de protetores na urina e no sangue de adultos. “Se o produto penetra na pele e segue para o sangue, era razoável pensar que ele também poderia ir para o leite materno, em mulheres lactantes”, comenta Pupo.

    A taxa de contaminação das lactantes não é pequena. No estudo suíço, realizado com 54 mulheres na Universidade de Zurique, 85,2% das amostras de leite materno tinham algum resquício de protetor solar.
    “O que chamamos de protetor solar é, na verdade, uma combinação de 20 a 30 substâncias químicas diferentes na formulação. Algumas requerem atenção”, adverte o especialista.
    Existem três substâncias que são particularmente problemáticas: 4-metilbenzilideno cânfora (4-MBC), 3-benzilideno cânfora (3-BC) e octocrileno (OC). Elas são chamadas de poluentes orgânicos persistentes (POPs), que podem permanecer acumulados nos tecidos gordurosos de organismos vivos, dentre eles os seres humanos.
    “Essas substâncias estão presentes em cerca de 30% dos protetores comercializados no País”, afirma Pupo. E como os protetores são produtos cosméticos, na classificação da Anvisa, todos podem ser vendidos livremente, sem qualquer receita.

    Danos à reprodução
    O cosmetologista cita estudos mais antigos, nos quais ficou comprovado que as substâncias 4-MBC e 3-BC afetam o sistema reprodutor de animais. “Elas podem desequilibrar o comportamento sexual feminino, alterar o tamanho da próstata e causar alguns desequilíbrios endocrinológicos”, aponta o especialista. “Em ratos, o crescimento ficou mais lento e a puberdade, postergada”, acrescenta.
    Isso acontece, explica Pupo, porque os POPs agem sobre os mesmos receptores do estrógeno, o hormônio feminino. “O organismo pode se confundir”, afirma.

    Estes efeitos danosos foram comprovados em animais, não em humanos. “Os protetores são amplamente usados no Brasil e não há relatos de complicações por seu uso”, pondera o dermatologista Sérgio Schalka, tesoureiro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD-SP).

    Como prevenir
    Na dúvida, o cosmetologista recomenda evitar os protetores com as substâncias suspeitas. “Sei que os nomes são complicados para decorar, mas pessoas alérgicas são obrigadas a andar com listas enormes de substâncias que não podem usar”, comenta Pupo.
    Ele recomenda algo parecido às grávidas e lactantes. “Anote o nome das substâncias e solicite ao farmacêutico um protetor solar livre delas”, orienta. ( ou pergunta ao seu obstetra...)

    Quanto usar
    Tendo em mãos um protetor solar adequado para gestantes e lactantes, a mulher deve ter cuidado para usá-lo corretamente. O ideal é aplicar cerca de 30 minutos antes da exposição ao sol, embora algumas marcas já tenham fórmulas mais modernas, com absorção quase imediata.
    Cerca de seis colheres de chá são suficientes para o corpo. Elas devem ser espalhadas de maneira homogênea e reaplicadas a cada duas horas. Se a pessoa passar menos protetor, o efeito dele passa a ser menor. Banhos de mar ou de piscina prolongados, com mais de 30 minutos, aceleram bastante a eliminação do protetor. (daí muito creme na barriguinha...barriga...barrigona...)